Imagem retirada do site Etsy.

A Força Têxtil do Brasil no Cenário Mundial

O Common Objective, que já mencionamos diversas vezes, é uma das plataformas que utilizamos para nos informamos sobre diversos assuntos.

Em novembro saiu uma matéria bem legal falando sobre a Sustentabilidade na Indústria Têxtil do Brasil. Dentre preocupações políticas acerca de como o resultado da eleição pode vir a afetar não só o conjunto de problemas sociais do nosso país, mas também a questão dos conflitos ambientais, passando pela boa hora em que o Índice de Transparência foi lançado por aqui, há informações relevantes sobre a força da nossa indústria no cenário mundial.

Vocês sabiam que a moda tem um impacto enorme na indústria brasileira? Mais precisamente, de acordo com o índice de Transparência, é o segundo maior setor industrial do país em termos de força de trabalho.

Também se destaca pelos altos níveis de atividade em todas as etapas da cadeia têxtil. É um ator importante na produção mundial de algodão e o terceiro maior exportador do mundo. O Brasil é o segundo maior produtor mundial de denim e seu terceiro maior consumidor.

No que se refere as roupas prontas, o mercado de varejo de moda é o décimo maior do mundo, ligeiramente atrás da França e da Itália. As importações e exportações brasileiras de têxteis e vestuário são baixas – em 2016 importamos um pouco mais da metade das roupas já finalizadas, o que significa que o ecossistema de moda do Brasil é incomumente autônomo.

Além disso, mencionam a inovação na produção sustentável. São citadas iniciativas que já falamos algumas vezes,  como o Upcycle da Santista, o Banco de Tecido e a Poliamida Biodegradável da Santa Constância (todas utilizadas em nossos produtos!).

Temos uma visão positiva quando se referem as inúmeras empresas independentes que assumiram o desafio de levantar a bandeira da sustentabilidade de maneira criativa.

Com um panorama bem amplo, retornam a questão do novo governo quanto a oferecer pouca esperança de melhorias legislativas para a sustentabilidade na indústria da moda.

Com isso, o papel das empresas na condução da mudança torna-se cada vez mais importante – assim como o de ferramentas como o Índice de Transparência da Moda.

E finalizam brilhantemente, destacando a importância dos consumidores na melhoria das práticas de negócios. Afinal, com a pouca dependência de importações, significa uma posição única para questionar e buscar a mudança.

As extraordinárias riquezas naturais do país – e as ameaças existenciais que enfrentam – podem fornecer um ponto de convergência para a ação coletiva, assim como inspiram a criatividade da indústria da moda brasileira.

O poder está em nossas mãos, vamos adiante!

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